Saudades do Para sempre

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Lembro que não tinha medo de acordar despida ao seu lado
Despida da armadura que colocamos assim que o dia amanhece,
Aquela que impede o mundo de ver nossa aura.

Recordo a sensação de possuir forças para ter o mundo nas mãos
E ao mesmo tempo ser tão leve a ponto de voar
Sentia que tocava o infinito, ainda que por segundos.

Ao seu lado passei os melhores e piores dias.
Quando gostamos muito alguém mostramos nosso íntimo
Se alguém te machucou profundamente,
É um sinal que te quis bem com a mesma intensidade.

Porém os males de amor, não cicatrizam facilmente
e na falta de doutor o jeito é cortar o mal pela raiz.
Não significa que quem o podou ame menos,
porém antes viver com a saudade do que foi eterno,
a conviver com a dor durante uma vida.


 

Gostaria de saber a opinião de vocês sobre o texto acima, gerou uma pequena polêmica com alguns amigos. rs

Bjuss.

 

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Se Eu Fosse Eu – Clarice Lispector

Conheci essa crônica através do projeto Toda Poesia e recomendo que confiram e participem. Se tem um texto, poema ou música que é importante para você pode enviar um email e quem sabe ele não é apresentado?

A crônica que compartilho com vocês mexeu comigo e se tornou a minha preferida. Espero que gostem e reflitam sobre.

 

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A imagem é de Minjae Lee  artista sul-coreano, que me chamou atenção através de seus trabalhos que  contém um conteúdo dramático. Passam a impressão de alguém que sente dor ou talvez passe por conflitos internos, o olhar marcante é o que mais me chama atenção. Sempre imagino qual sentimento o artista queria transmitir através da imagem. Achei que esse em especial combinou com a poesia.


Se Eu Fosse Eu – Clarice Lispector

Quando eu não sei onde guardei um papel importante e a procura revela-se inútil, pergunto-me: se eu fosse eu e tivesse um papel importante para guardar, que lugar escolheria? Às vezes dá certo. Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase “se eu fosse eu”, que a procura do papel se torna secundária, e começo a pensar, diria melhor SENTIR.

E não me sinto bem. Experimente: se você fosse você, como seria e o que faria? Logo de início se sente um constrangimento: a mentira em que nos acomodamos acabou de ser movida do lugar onde se acomodara. No entanto já li biografias de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas e mudavam inteiramente de vida.

Acho que se eu fosse realmente eu, os amigos não me cumprimentariam na rua, porque até minha fisionomia teria mudado. Como? Não sei.

Metade das coisas que eu faria se eu fosse eu, não posso contar. Acho por exemplo, que por um certo motivo eu terminaria presa na cadeia. E se eu fosse eu daria tudo que é meu e confiaria o futuro ao futuro.

“Se eu fosse eu” parece representar o nosso maior perigo de viver, parece a entrada nova no desconhecido.

No entanto tenho a intuição de que, passadas as primeiras chamadas loucuras da festa que seria, teriamos enfim a experiência do mundo. Bem sei, experimentaríamos enfim em pleno a dor do mundo. E a nossa dor aquela que aprendemos a não sentir. Mas também seríamos por vezes tomados de um êxtase de alegria pura e legítima que mal posso adivinhar. Não, acho que já estou de algum modo adivinhando, porque me senti sorrindo e também senti uma espécie de pudor que se tem diante do que é grande demais.

“Se você fosse você, como seria e o que faria?” Me conte nos comentários pelo menos uma coisa, vou adorar saber.

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Notas sobre o agora

 

Imagem retirada do site: arianointernacional

O que vão herdar meus filhos?
Quais são os ídolos do momento?
A festa realmente está rolando
Ou as luzes se apagaram e ninguém percebeu?

Fala-se muito, sabe-se muito, pensa-se muito
E pouco reflexo na janela da alma.
O fluxo segue acelerado
E as informações empurram para um futuro promissor e próximo.

A era do caos está chegando
Com mentes tão geniais quanto preguiçosas.
O tempo do fútil disfarçado de estilo
Cheio de relações rasas, como o tempo que se leva para enviar mensagens.

Sinto falta de cartas, de cartas que nunca recebi.

 

 

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Um ano de blog!!! Comemoração + live

 

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Genteeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!

Esse é um dos posts mais emocionantes do L&V!!😍😭😭

Quem diria que meu espacinho completaria um ano? Tudo começou com um sonho que ficou muito tempo guardadinho no meu coração.

No começo queria apenas guardar minhas impressões sobre livros, não imaginava que iria acontecer interação (na verdade não imaginava que alguém fosse ler os posts rsrs). Grande foi minha surpresa ao conhecer várias pessoas que tinham a mesma vontade que eu: compartilhar, trocar ideias, se amar pela internê. ❤💚💜💜

Falando de amor uma das melhores coisas nessa tempo foi entrar no projeto “Vai um café”, lá a gente se gosta de verdade e um torce, incentiva o outro. Posso dizer que considero alguns meninas realmente amigas. 😍

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Nesse tempo aconteceram tantas coisas na minha vida… Eu evolui e o blog me ajudou muito, vocês me ajudaram muito. Aprendi com posts e pessoas, comecei a ser mais crítica, troquei de emprego (estou atuando em uma área que nunca imaginei trabalhar), iniciei o curso de letras ( sério essa foi minha melhor escolha). Perdi pessoas, mas conheci muitas também e o mais importante: me conheci.

Hoje acredito que sou capaz, tenho mais segurança, me sinto leve, não me cobro tanto. Procuro não pensar em coisas negativas e sempre dar o meu melhor.

Aprendi que qualidade é bem melhor que quantidade.

Não sei se o blog foi responsável por tudo isso, mas ajudou em muitas delas.

Enfim, obrigado por estar comemorando comigo hoje. 😄

E para completar nossa festa vamos fazer uma live no domingo, eu e a Malu que também é responsável pelo blog.

Logo, logo vou passar o horário direitinho, pretendemos fazer um review dos posts mais legais e bater papo,esperamos por vocês.

Bjuss , até mais!

 

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Viva a fotografia!

Hoje vou falar sobre fotografia, esse tema não é muito minha praia. Mas como semana passada foi comemorado o dia mundial da fotografia (18/08), achei justo me arriscar e compartilhar com vocês meu cliques sem sentido (Não me julguem). kkk

“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.”
José Saramago

Fotografar é um dom de pessoas que conseguem registrar o momento preciso que algo acontece,  conseguem mostrar a magia das coisas simples. O fotografo vê o que não é notado, enxerga o mundo de uma forma diferente: sentimentos são cores, dimensões dependem de ângulos. Fotografia é a arte de perpetuar a vida e emoções diversas.

Por isso e muito  mais, viva a fotografia! Viva aos fotógrafos! (profissionais e amadores)

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Enfim é isso,espero que gostem.

Obs: Ainda sobre fotografia indico que confiram o trabalho de Sally Mann que me chamou muito a atenção. Suas fotos são basicamente de sua família e de sua terra, apesar de polêmico (em algumas fotos as crianças apareciam nuas),  é muito interessante. Com poucos componentes ela consegue cliques incríveis.

 

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Resenha – Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída…

Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e ProstituídaLançamento: 2 de abril de 1981
Duração: 1h 27m
Direção: Uli Edel
Gênero: Drama, Biografia
Nacionalidade: Alemanha ocidental
Classificação: 5/ 5 

Na cidade de Berlim, nos anos 70, a adolescente Christiane (Natja Brunckhorst) é uma jovem comum que mora com a mãe e a irmã caçula. Ela sonha em conhecer a “Sound”, discoteca mais moderna e badalada do momento. Menor de idade, ela consegue entrar com a ajuda de uma amiga, conhece Detlev (Thomas Haustein) e começa a se aproximar das drogas. Primeiro álcool, depois maconha, calmantes, LSD, heroína. Imersa no submundo do vício, ela passa a prostituir-se.


No início da semana assisti um filme que mexeu muito comigo, provavelmente você já escutou falar sobre ele ou sobre o livro de mesmo nome “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída…”

Eu era louca para ler o livro, mas sempre adiava ou esquecia, então zapeando pela net me deparei com o filme e resolvi matar de vez minha curiosidade. Através dele consegui ver um outro lado desse mundo cruel que se entra ao adquirir um vício. Isto porque, no filme conseguimos analisar o ponto de vista de alguém que vivenciou essa realidade, nos deparamos com conflitos psicológicos, o rápido declínio de  uma garota que muito cedo teve que se responsabilizar por suas escolhas erradas, crises que abstinência e como devem imaginar cenas impactantes.

Algo que me deixou muito sensibilizada é que a obra é baseada em uma história real. Christiane F realmente passou por tudo isso, o que me obrigou a enxergar que “Christianes” existem e caem tão ou mais rápido que nossa personagem. Os tempos mudaram, mas os conflitos são os mesmos.

A obra se passa na década de 70, na Alemanha Ocidental que era um país de primeiro mundo,  superindustrializada e considerada o espelho do Capitalismo. Porém possuía uma quantidade enorme de adolescentes e crianças nas ruas, que se drogavam, se prostituíam, mas que eram ignorados pela sociedade. Naquela época, a heroína era uma novidade em Berlim, e as pessoas a chamavam de “H”.

O filme começa com  Christine indo pela primeira vez na boate Sound, a garota queria muito conhece-la, era o local onde os jovens de Berlim se reuniam. Ela foi com sua amiga Kessi, que facilitou sua entrada. Lá Christine experimenta LSD e conhece seu futuro namorado Detlef e seus amigos Axel, Babsi, Atze, Zambie e Stella.

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Logo no início percebi que o filme utiliza do colorismo ( em breve vou fazer um post sobre o assunto) para dar o tom da história. A fotografia é escura, densa, sombria; ela retrata como esses jovens viviam na sombra, eram desprezados. Os diálogos pausados e curtos me deixavam angustiada e a trilha sonora era perfeita para compor o clima das cenas. Considero um filme com excelentes recursos (lembrando que é de 1981) para prender a atenção e passar ao telespectador as sensações desejadas.

Desde a primeira cena não consegui deixar a tela e esse filme não é nem um pouco agradável ou leve, ao contrário me transportei para o mundo de Christina F. e senti angústia, raiva, medo, me emocionei, não entendi. Enfim, o que quero dizer é que para assisti-lo você tem que estar preparado,  ele vai mexer com sua cabeça.

Após seu primeiro contato com as drogas, a jovem observava seus amigos utilizando heroína e não entendia porque utilizavam algo tão devastador. Porém em um show de seu ídolo David Bowie (pode acreditar Bowie interpretou ele mesmo XD), Christine decide aspirar heroína e não demora muito para estar se picando. Mesmo acompanhando a morte de muitos de seus amigos, a garota não tem forças para deixar as drogas e a cada dia que passa precisa mais delas.

Uma das cenas mais chocantes é quando ela e seu namorado tentam deixar o vício, eles sentem dor, ficam encharcados de suor, mal conseguem se mexer e pensar, seu único desejo é fazer a dor parar e com um pico tudo seria mais fácil.

O fim é o esperado para uma história que ainda não havia acabado. E para mim foi satisfatório, afinal a intenção da própria Christine era mostrar como é difícil conviver com um vício, uma escolha que precisou lidar por toda sua vida. Ela ainda está viva e em 2014 lançou mais um livro intitulado “Minha Segunda Vida”, uma ótima escolha caso tenham curiosidade para saber o que aconteceu com a menina após o sucesso do livro e filme.

“A podridão está em toda parte.
É só dar uma olhada.
De longe tudo parece
novo e impressionante…
Com seus gramados verdes
e shopping centers.
Mas o mau cheiro é pior
nas escadas dos prédios.
O que as crianças podem fazer
quando querem ir ao banheiro?
Até o elevador vir já sujaram
as calças e apanharam.
Por isso preferem fazer
nas escadas.”

Entenda o filme pelo lado psicológico neste link que me ajudou a elaborar este post.

Bjuss e até a próxima!

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Minhas viagens literárias ✈

Se você é daquelas pessoas que passam o ano inteiro pensando nas férias, planejando coisas para fazer, pensando como é maravilhoso não ter horário para acordar. Bate aqui porque você é dos meus. kkk

Férias é o período que temos para relaxar de um ano inteiro de trabalho e estudos que nos desgastam, elas chegam justo naquele momento que estamos quase pedindo o penico (Ninguém merece final de semestre ou um ano inteiro de trabalho).

Eu sou o tipo de pessoa que nunca consegue fazer o que planeja para esse período (com raras exceções). Sempre penso vou sair, viajar, virar a noite, tomar muito sorvete cazamiga e coisas desse tipo. Mas a verdade é que tudo que eu quero fazer quando ele chega é ficar enfurnada em casa colocando as séries em dia, assistindo filmes, lendo livros e outras coisas que consigo fazer deitada de boa.

Enfim, depois de contar a vocês como gosto  de viver grandes emoções durante as férias. Segue abaixo uma lista de locais que conheço, através de livros, e que adoraria conhecer pessoalmente.


1 – Macondo – Aldeia Fictícia/ Aracataca Colombia

Como não querer conhecer Macondo? Aldeia fundada por José Arcádio  e Úrsula. Ela é cenário para o livro “Cem anos de Solidão”, uma aldeia mágica, onde coisas inexplicáveis acontecem.

“a aldeia mais arrumada e laboriosa que qualquer outra que seus habitantes tivessem conhecido. Era de verdade uma aldeia feliz, onde ninguém tinha mais de trinta anos e onde ninguém tinha morrido”.

Macondo foi baseada na cidade da Aracataca, onde Gabriel G. Marquez viveu parte da sua infância. Macondo era o nome de um bananal que se localizava nas imediações da cidade e na Língua Bantu quer dizer Banana.

2 – Visitar a Casa Anne Frank em Amsterdã – Holanda

Anne Frank era uma menina judia que, durante a Segunda Guerra Mundial, teve que se esconder para escapar dos nazistas. Conhecer a história desta garota tão madura, não dá para acreditar que tinha apenas 15 anos, é uma prova que mesmo em meio a situações adversas ainda precisamos ter esperança. Vivenciar, através de seus diários, tudo o que passou e sentiu durante o período que escondeu-se com sua família no   Anexo Secreto, foi uma experiência que me marcou muito. Não tem como não querer conhecer o local que hoje se tornou um museu aberto ao público.

Na época que o li senti realmente uma cumplicidade com tudo que era relatado, seria como visitar um local que uma amiga me descreveu, certamente eu iria levar alguns lencinhos.

Vale lembrar que no livro “A culpa é das Estrelas” os personagens Hazel e Gus fazem uma visita ao museu e lá  *** Alerta de spoiler**** acontece o primeiro beijo do casal. *_*

Ou seja, double motivo kkk

3 – Cabul – Afeganistão

Após ler o livro “O caçador de Pipas”, mesmo apresentando uma história triste que nos mostra a guerra e os perigos do Afeganistão, ele também nos apresenta a Cabul antiga dos campeonatos de Pipas onde o Amir e Hassan passaram sua infância.

Sei que não é o local mais seguro para se viajar, porém gostaria de conhecer o país que o autor e afegão Khaled Hosseini faz de cenário para seus livros. Seria uma viajem que me faria enxergar outra realidade, sair um pouco da zona de conforto, e quem sabe me fazer uma pessoa que reclame menos dos meus problemas.

Agora a pergunta que não quer calar, será que me adaptaria a moda afegã? rsrs

Eu poderia passar também no Paquistão e conhecer o País de Malala, a mais nova a ser  laureada com um prêmio Nobel, o que acham?

Tomara que em um futuro próximo conhecer esses países, não seja tão perigoso.

4 – Rio de Janeiro – Brasil

Através dos livros de Machado de Assis conseguimos conhecer o Rio que o autor viveu e sério dá uma vontade de conhecer a cidade daquele época. A cidade parece que vive em suas obras, cada rua, morro, viela tem sua importância nos livros de Machado…

Como não tem como voltar no tempo (ainda) me contentaria em conhecer o Rio atual.

5 – Belo Horizonte – Brasil

Esse livro é indicado para vocês conhecerem minha cidade BH, “Encontro Marcado” de Fernando Sabino. Com ele você conhecerá Belo Horizonte da década de quarenta através de Eduardo Marciano, alter ego do  autor.  Por meio de  sua procura pelo sentido da existência caminhamos pelas ruas de Belo Horizonte, acompanhando cada fase da vida do personagem. Um livro que te fará refletir sobre assuntos como religião e política. Eu entrei na vida de Eduardo de tal forma que consegui sentir todas as suas angústias e dúvidas e demorei um tempo para conseguir digerir a leitura.


Espero que gostem das minhas viagens. 🙂

E vocês, tem algum lugar que gostariam de conhecer por causa de um livro?

Bjuss, até a próxima.

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Tag: Scarlet Moon Blogger Award

Sem título

Olá!!

Para esta tag tenho uma convidada nada especial kkk
Minha irmão Mariana, que assim como eu estava sem muita coisa para fazer.

Quem me indicou foi a ISABELLA CAS

1 – Tem alguma superstição? Qual?

Não temos.

2 – Uma coisa que você odeie/não goste em você mesmo(a) mas não consegue mudar.

Uma coisa em comum que não conseguimos mudar é que sempre planejamos mil coisas e geralmente não cumprimos nem 1/3 :/

3 – Sua casa tá pegando fogo e você só pode salvar uma coisa! Qual seria?

A gente salvaria o Chocolate, nosso gato.

4 – Se fossem gravar uma série sobre sua vida, qual seria o nome dela e qual ator/atriz iria te interpretar e por quê?

O nome do nosso filme seria “Tão diferentes e ao mesmo tempo iguais”.  A Thalita Meneghim e a Gabi do canal “Depois das onze” nos interpretariam, porque sim 🙂

5 – Se alguém te levasse numa joalheria e dissesse pra você escolher qualquer coisa, o que escolheria? 

Escolheríamos os itens mais caros (porque somos dessas) e iríamos vender porque não utilizamos joias. kkkk


 

Por um erro respondemos as perguntas do blog Nada Sensata ao invés das da Isa e por isso eles ficarão como extras kkk

Perguntas da ISABELLA CAS

1 – O que é mais importante na vida pra você?

Nossa família

2- O que mudaria em sua vida?

Eu gostaria de estudar mais e minha irmã gostaria de ter mais dinheiro, a única coisa que falta na vida dela kkk

3- O que costuma fazer no tempo livre?

Eu gosto de ler e assistir séries, minha irmã gosta de dormi e mexer no celular.

4- Quais seus planos para o futuro?

Gostaríamos de estar estabilizadas financeiramente, quem sabe em uma viagem.

5- Qual o aprendizado mais valioso que já adquiriu na vida, até aqui?

Que sempre levamos algo das situações que passamos e que por mais que achamos que obtivemos muito conhecimento, ainda precisamos seguir um longo caminho da estrada da aprendizagem.

 

Não vamos indicar ninguém, quem gostar fique a vontade para responde rs.

Bjuss e até a próxima!

 

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Resenha: Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida

,Hey!

Hoje irei comentar sobre o primeiro livro da trilogia filhos do Éden do autor Eduardo Spohr, só para compreenderem melhor esse trilogia não é continuação do famoso ABDA, logo não é necessário lê-lo para iniciar a trilogia (apesar de que eu ache que vale a pena, principalmente para acompanhar a evolução do autor.)

Título: Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida
Autor: Eduardo Spohr
Páginas: 476
Editora: Verus Editora
Assunto: Nacional – Ficção Fantasiosa
Classificação: 5/5

Há uma guerra no céu. O confronto civil entre o arcanjo Miguel e as tropas revolucionárias de seu irmão, Gabriel, devasta as sete camadas do paraíso. Com as legiões divididas, as fortalezas sitiadas, os generais estabeleceram um armistício na terra, uma trégua frágil e delicada, que pode desmoronar a qualquer instante. Enquanto os querubins se enfrentam num embate de sangue e espadas, dois anjos são enviados ao mundo físico com a tarefa de resgatar Kaira, uma capitã dos exércitos rebeldes, desaparecida enquanto investigava uma suposta violação do tratado. A missão revelará as tramas de uma conspiração milenar, um plano que, se concluído, reverterá o equilíbrio de forças no céu e ameaçará toda vida humana na terra. Ao lado de Denyel, um ex-espião em busca de anistia, os celestiais partirão em uma jornada através de cidades, selvas e mares, enfrentarão demônios e deuses, numa trilha que os levará às ruínas da maior nação terrena anterior ao dilúvio – o reino perdido de Atlântida.


 

FdE –  Herdeiros de Atlântida – Nesta nova empreitada somos apresentados a Kaira, capitã dos exércitos de Gabriel ela é uma ishim da província do fogo (anjo), conhecida também por centelha divina. Veio á terra para cumprir uma missão e não retornou. Sendo assim, Gabriel enviou dois anjos para resgata-la: Levih – Um ofanim que caminha pela terra ajudando os humanos e Urakin –Um guerreiro obstinado e forte. Ambos partem em busca da centelha divina, porém quando a encontram ela não se lembra que é uma ishim e diz ser uma humana chamada Rachel, os anjos tentam convencê-la sem muito sucesso.

Atribulada a garota resolve ir a antiga casa que era de seus pais e chegando lá descobre que eles morreram após um incêndio, pelo forte sentimento que isso lhe causou ela expande uma áurea e fogo sai de suas mãos sem a queimar, assustada tem a assistência dos anjos que a acalmam e posteriormente a protegem de ataques de raptores – demônios que um dia foram humanos e caçam anjos para subir de casta no inferno –  e de Yaga uma hashmalim que segue as ordens de Andril (um dos arcontes de Miguel).

Mas mesmo com a proteção dos anjos Kaira é atingida por uma bala no peito (única forma de matar um anjo, mais precisamente no coração). Como ela não se lembra se como utilizar seus poderes angélicos para se curar, Levih em uma atitude desesperada a leva até Danyel, um querubim exilado, para a salvar, que aceita o trabalho em troca de anistia para lutar ao lado de Gabriel.

Em meio a muitas aventuras que vão de cavernas e santuários na amazonas á antiga atlântica aos poucos descobrem qual era a missão e o porquê de Rachel não de lembrar de sua vida como anjo, e agora os quatro (sim Danyel se juntou a equipe), continuam a missão que havia sido interrompida.

Imagem retirada do site JovemNerd

Achei este livro mais fluído que o primeiro e a história mais consistente, com personagens mais humanos. Adorei a leitura e a forma como o autor se preocupou em explicar os eventos no livro – que para mim não ficou nem um pouco cansativo. Gostei também do apêndice e do glossário, que estão bem ricos tirando qualquer dúvida que ficou da “mitologia Spohriana” kkkk. Mas na verdade as informações estão tão bem colocadas durante a leitura e não precisei utiliza-los, só os li por curiosidade mesmo.

Devo dizer que o livro me deixou  com a música abaixo na cabeça, ela é realmente perfeita para nossos personagens (Danyel e Kaira).

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Um dia Feliz…

Olá pessoal!

Pensaram que eu não iria voltar, né? 🙂

Mas estou de volta (mesmo que demore um pouco) ainda vou conseguir organizar minha rotina RS.

Enfim, o texto de hoje será sobre um dia qualquer que fiquei com vontade de compartilhar. Então, nãome culpe se no final sentir que foi perda de tempo…

Era uma segunda feira como todas as outras, talvez um pouco pior porque era pós feriado e por mais incrível que pareça acordei disposta, com uma vibe super boa. Fiz a melhor make para ir ao trabalho, subi no salto e passei o dia distribuindo sorrisos. Pensei que minha empolgação sem motivos era por ter passado o fim de semana com velhos amigos que não encontrava há um tempo, o que foi legal, mas confesso que até eu estava estranhado minha disposição.

O dia passou e nada demais aconteceu, cheguei em casa me joguei no sofá e fui zapear um pouco, e de repente recebo algo que não consigo acreditar: não era scraps da minha tia, nem textão no grupo, muito menos imagens de homens sarados das amigas.

Isso mesmo o crush me chamou!!! E eu nunca havia dado um sinal que estava afim dele (eu acho). Na verdade eu não sabia nem seu nome, só achava ele lindinho. A grande interrogação é que não tenho ideia de como ele conseguiu meu número (talvez fosse o universo conspirando ao meu favor).

Nessa hora abri meu melhor sorriso apaixonado (analisando agora é um hábito muito estranho sorrir para um celular) e respondi OIII, isso mesmo, em CAPS LOCK e com três Is (não me julguem). Agradeci ao meu anjo da guarda, estava explicada minha sensação de alegria: aquele era o meu dia. 😄

Na conversa fui mais simpática que o normal e conversamos muito tempo e sobre muitas coisas. O melhor é que não foi aquele clichê, tipo entrevista de emprego, não!! Ficamos trocando músicas, memes, no meio eu enviava algumas indiretas. Só esperando ele dizer que sempre foi afim de mim!!!! Por dentro eu pensava: Agora vai, é Hoje!

Mas ele não falava nada e eu meio que fui ficando curiosa e o sono já estava batendo, afinal era tarde e eu tinha que trabalhar no dia seguinte. Então me despedi e ele não deu nem sinal que iria revelar o motivo de estar conversar comigo, acabei não resistindo e perguntei:
– Sinceramente, estou curiosa para saber por que me chamou.

Ele
– Há queria fazer um pergunta, mas sei lá.

Eu
– (Por dentro: Siiim, eu aceito! Podemos sair) Pode perguntar.

Ele
– Depois te falo.

Eu
– Há não! Nem vou dormi de curiosidade.

Ele
– Não é nada demais..

Final do diálogo:

Ele
– Sabe aql menina que anda com vc? Então…

Eu
– <Chocada> O q tem

Ele
– É que e queria o número dela.

Que ?? Ele estava me usando de escada para conversar com minha amiga! 😤Desaforo!! Na hora sumi do app e não respondi, minha vontade foi bloqueá-lo. Afinal, não sou obrigada. Fui dormir, indignada porque perdi horas de descanso com isso.

No dia seguinte eu acordei cansada e querendo matar o mundo…

Compartilhei essa história porque dela tirei algumas lições:

1 – Um dia bom, às vezes é só um dia bom.

2 – Não criem expectativas

3 – Sempre que puder o crush te fará de trouxa, mesmo sem saber.

Enfim, é isso pessoal a vida real não é Hollywood. E vcs já passaram por algo parecido? Se sim me contem vou adorar saber.

Pelo menos no fim ficam as lições, né?

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